Clipe de “Hoje Não” do novo álbum de Djonga, “Histórias da Minha Área”, atinge 1 milhão de visualizações no YouTube

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Simony Maiahttps://www.thehypestuff.com/
Estudante de jornalismo. Apaixonada pela cultura urbana e fotografia.

Na última sexta-feira (13) Djonga liberou o seu mais recente álbum “Histórias da Minha Área”, o projeto que conta com 10 faixas busca descrever histórias vivenciadas pelo rapper ao longo de sua vida. Djonga fala sobre morte, dor, crimes e amores de uma forma que toca o coração do ouvinte e o faz refletir.

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E como era de se esperar, em menos de uma semana, alguns singles do álbum já atingiram a marca de um milhão de visualizações, além disso, a única faixa que possui um videoclipe, “Hoje Não”, também já bateu 1 milhão.

No clipe de “Hoje Não”, Djonga aparece na mira de uma arma de fogo enquanto dirige um carro. Em contrapartida, a narração apresenta uma invasão a uma comunidade, ao mesmo tempo em que mostra uma criança ido a escola e sua mãe orando para que a menina volte viva para casa.

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A letra da música apresenta nomes de crianças que foram vítimas de bala perdida no Rio de Janeiro, como Jennifer, Cauã e Ágatha.

Outro detalhe interessante sobre o vídeo, é que os policiais aparecem sem rosto, talvez fazendo uma referência a falta de justiça que acontece diariamente nas favelas.

Assista ao clipe abaixo.

Sobre Djonga:

Gustavo Pereira Marques, mais conhecido pelo nome artístico Djonga, é um rapper, escritor e compositor brasileiro considerado um dos nomes mais influentes do trap/rap atual. O artista chama a atenção por sua lírica afiada, marginalizada e agressiva e por suas fortes críticas sociais nas letras.

Djonga nasceu em Belo Horizonte, na Favela do Índio, e cresceu no bairro de São Lucas, Santa Efigênia. Sempre gostou de música e poesia, tendo crescido em uma família muito musical, ouvindo principalmente MPB.

Começou a compor música em 2010 com apenas 16 anos. Sua inspiração veio do funk e do rap nacional, sendo seus primeiros CDs foram do grupo Racionais MCs e de Dogão. “Foi ai que eu comecei a gostar mesmo do ritmo. Além dos raps, tinha os funks proibidões. Depois eu comecei a escutar uns rocks, Cazuza e Barão Vermelho; aí eu vi que queria escrever música”, conta o rapper.

Djonga cursou História na Universidade Federal de Ouro Preto até o sétimo período, chegando a quase se formar. No entanto, começou a fazer sucesso como rapper e decidiu seguir a carreira, abandonando a faculdade.

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